terça-feira, 22 de agosto de 2006

Governadores do Rio, mais um capítulo

Candidatos RJ, Google Apesar de Sérgio Cabral estar com indicação de vitória no 1º turno, a sua vantagem não é tão folgada quanto a que se vê em Minas, São Paulo, Maranhão e outros estados. Por isso, a campanha na TV fica mais interessante. Vejamos alguns exemplos. Vladimir, do PT. É sem dúvida a experiência mais interessante. Ele patina em 1% ou 2% e, por isso. não disputa nada pra valer e pode experimentar tudo. Entregou-se às brincadeirinhas de publicitários e está ganhando público. Exagera nos closes (enquadramento lançado com sucesso por Roberto Freire, na campanha presidencial de 89), nas caretas, no jogo de câmeras. Bonito videodesign e, de vez em quando, um texto interessante. Breve pode chegar aos 3% ou 4%. Principalmente se levar a sério a tarefa de substituir Milton Temer como candidato de Heloísa Helena. Será que ele vai apoiá-la para Prefeita do Rio em 2008? Lupi, do PDT. Seu programa ficou com inveja do programa de Edson Santos, Federal do PT, e resolveu copiar seu erro de português, colocando “à” no lugar de “há”. Essas produtoras... Denise Frossard, do PPS (melhor dizendo, do Cesar Maia). Melhorou o desempenho e achei o programa mais dinâmico. Cesar está conseguindo posicioná-la bem para uma possível candidatura à Prefeitura de 2008. (Cuidado com sua pupila, Heloísa Helena...) Sérgio Cabral, do PMDB. Repetiu a boa peça sobre segurança. O programa é bem feito, mas não agrada completamente. O candidato parece cansado. A edição pode ajudar. Crivella, do PRB. Repetiu o (bom) comício com Lula. Está aproveitando o tempo dos aliados. Milton Temer, do PSOL. Bateu papo com o Vice, atual Vereador Eliomar Coelho, o famoso “Marquês de Arataca” dos tempos universitários, em Brasília. Concluindo: a programação é boa de ver, mas ainda está morna – o que normalmente favorece quem está na liderança.